Vaga em faculdade fora exige voluntariado

Não basta mais garantir que os alunos gabaritem português, história e matemática e sejam aprovados no curso de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Para atender à demanda de seus estudantes, escolas particulares de ensino médio inseriram projetos de voluntariado em seus currículos.

E não é apenas uma questão de bondade. É porque tem crescido o número de interessados em cursar uma universidade fora do País. E, no processo seletivo dessas instituições, a forma como o jovem atua na sociedade vale tanto quanto dominar o conteúdo. “A escola precisa ajudar o jovem na construção de seu itinerário de formação. E, se há um interesse novo dos alunos, cabe a ela criar situações que os ajudem a viabilizar esse projeto”, explica Marcelo Feitosa, coordenador pedagógico do ensino médio do Colégio Magister, na zona sul de São Paulo.

Por lá, o currículo foi formatado pensando nesses possíveis itinerários e, portanto, contempla a participação dos estudantes em trabalhos sociais, atividades pelas quais, até mesmo, recebem certificação. Para que a escola identifique diferentes aspirações, todo início de ano os alunos do ensino médio respondem a um questionário em que dizem quais idiomas dominam, por quais áreas se interessam, engajamento social, etc.

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