Estudo avalia mobile e infraestrutura de universidades

Smartphones, tablets e outras mídias móveis estão mudando o cenário da educação. Por aqui já tratamos algumas vezes sobre a importância desses dispositivos em sala de aula. Especialistas já proclamaram que o celular, por exemplo, não deve ser visto como um inimigo, além de defenderem seu acesso dentro e fora da escola. Para entender mudanças como essas, o Education Dive, portal especializado em notícias sobre o ensino superior, nos Estados Unidos, realizou a pesquisa Mobility in Higher Education. Foram entrevistados 50 CIOs (chefes dos departamentos de TI, em tradução livre) de universidades norte-americanas para entender como a mobilidade está impactando seus campi. Já que cada vez mais alunos estão levando seus próprios aparelhos para as aulas e levantando questões ligadas à infraestrutura, segurança cibernética e qualidade da rede wi-fi, e como eles, profissionais de TI, pretendem abordar as mudanças no futuro.

De acordo com o estudo, 68% dos CIOs são favoráveis ao uso das mídias móveis em suas universidades. Eles acreditam que os tablets, por exemplo, são fundamentais para o futuro das instituições. Ao contrário dos 28%, que discordaram da eficácia desses aparelhos. Já 4% dos entrevistados afirmam que os dispositivos móveis não são considerados tão fundamentais, embora sinalizem sua importância mais significativa a longo prazo.

A partir das entrevistas com os chefes dos departamentos de TI, o estudo abarcou três grandes discussões sobre o mobile no ensino superior: 1) quais são os dispositivos e apps mais usados pelos CIOs no trabalho e em casa; 2) o que mais preocupa os CIOs quanto à mobilidade no campus e quais as prioridades para o ensino superior na área de TI para o próximo ano; e 3) o que a universidade planeja para a implementação BYOD – (Bring Your Own Device) – movimento permite que os alunos e funcionários levem para o ambiente de trabalho seus próprios aparelhos portáteis.

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