Análise – Credibilidade do ensino superior no método EAD

Em 2002, quando ingressei na tutoria Faculdade da AIEC procurei entender, aprender e contribuir para essa “quase revolução” no método ensino-aprendizagem. Na época, havia muito preconceito com EAD de forma geral. O grande desafio era convencer os possíveis interessados que o curso era válido, já autorizado (posteriormente reconhecido) pelo Ministério da Educação e era de excelente qualidade. E ainda, que seriam sim capazes de acompanhar o curso e aprender o conteúdo ensinado ao mesmo tempo aprender a lidar com computadores e Internet, visto que muitos nem possuíam computadores pessoais.

Atualmente, uma década depois, vemos milhares de cursos, de todas as áreas do conhecimento, desde cursos técnicos até cursos de pós-graduação serem ministrados na modalidade à distância, preferencialmente utilizando a Internet, em todas as partes do mundo onde a rede mundial alcança.

No que tange a formação em nível superior, a credibilidade deixou de ser uma preocupação, pois os mecanismos de avaliação como o ENADE puderam comprovar ao longo destes anos quem é quem no Sistema de EAD. E o MEC tem amparo ferramental para manter o registro/reconhecimento dos cursos de boa qualidade, assim como para cancelar cursos e instituições que agem de má fé.

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