Aluno de graduação a distância fica mais jovem

A necessidade de trabalhar em dois turnos, cuidar da casa e ainda estudar afastou da universidade a estudante de pedagogia Tatiana de Lacerda, 24. Em 2011, ela largou o curso sem previsão -e tempo livre- para voltar.

Com a ajuda da tecnologia e o crescimento da oferta de cursos de educação a distância, ela diz que vai retomar as aulas em agosto, dessa vez acompanhando as matérias pelo computador de casa.

“Era muito cansativo sair antes das 7h de casa e, com a aula a noite, chegar depois das 23h”, afirma ela, que trabalha com educação infantil.
O caso de Lacerda, que vai apostar nessa modalidade de ensino estando na faixa dos 20 anos, não é único. O perfil do aluno que cursa a graduação de maneira remota, pelo computador, está mudando, de acordo com João Vianney, conselheiro da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância).

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