‘Em 5 ou 10 anos, toda sala de aula será um fablab’

Quem acompanha revistas de inovação já deve ter percebido. O Movimento Maker, ou o Movimento do Faça Você Mesmo, está em todos os lugares: em universidades, entre empreendedores e até em escolas. São espaços de experimentação que permitem aos usuários criar seus protótipos de um jeito rápido e barato, o que muda não só os processos de produção, mas traz também novas e ricas oportunidades de aprendizado.

Paulo Blikstein, professor de Stanford e criador do projeto Fablab@School, implanta laboratórios de fabricação digital, equipados com impressoras 3D, cortadoras a laser e dispositivos de robótica, e avalia o impacto que esses espaços promovem na educação. Em entrevista ao Porvir, ele lembra como foi o início do movimento e diz acreditar que esses espaços tendem a ser cada vez mais comuns. Confira, a seguir, os destaques da entrevista.

Como começaram os fablabs e o Maker Movement?
Os fablabs surgiram muito antes do Maker Movement, em 1999, 2000, com um professor do MIT chamado Neil Gershenfeld. Foi no tempo que eu estava no MIT. Tive aula com ele e vi esse movimento nascendo. Muito antes do Maker Movement teve esse movimento dos fablabs. Mas muito antes dos fablabs, o que realmente começou tudo isso foi, no Media Lab, o trabalho do Seymour Papert e do Mitch Resnick. Eles inventaram as primeiras plataformas de robótica educativa, que depois viraram o Lego Mindstorm. Foi lá realmente que esse movimento começou na educação, em 1996, 97, 98.

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